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Caso Daniel Alves: defesa da vítima pede 12 anos de prisão

A defesa da vítima do caso Daniel Alves pediu que o ex-jogador cumpra uma pena de doze anos de prisão por estupro. Esta é a penalidade máxima para este tipo de crime na Espanha. As informações foram veiculadas pela imprensa espanhola.

Além da pena de doze anos, a defesa da vítima também pediu uma medida protetiva contra Daniel Alves. Isto impediria que o brasileiro se aproximasse da mulher por menos de um quilômetro por dez anos depois da prisão.

Ainda, a advogada da vítima, a Ester García, pediu que Daniel Alves tenha a liberdade vigiada após cumprir a pena. Na última semana, ela recusou o acordo proposto pela defesa do ex-jogador, que envolvia uma indenização, e disse que “qualquer delito contra a liberdade sexual torna os danos morais e as sequelas irreparáveis”.

O Ministério Público da Espanha havia solicitado nove anos de prisão, além de uma indenização de 150 mil euros (R$ 799 mil) para a mulher. Por outro lado, a defesa de Daniel Alves requereu liberdade, que foi negada quatro vezes.

Já que não houve um acordo entre as partes, a Justiça da Espanha deve realizar um julgamento em breve. Daniel Alves é acusado de estuprar uma jovem de 23 anos, em uma boate de Barcelona. O caso aconteceu em 30 de dezembro de 2022. O ex-jogador está preso desde 20 de janeiro deste ano sob acusação e aguarda julgamento. Ao longo do processo judicial, o brasileiro mudou sua versão da história várias vezes e ainda trocou de advogado.

De acordo com a imprensa espanhola, a vítima relatou à Justiça que ela e Daniel Alves dançaram juntos na balada, até o momento que ele “levou várias vezes a mão dela até seu pênis, que ela retirou assustada”. Um tempo depois, o ex-jogador a convidou para segui-lo até uma porta, que dava para um banheiro. Em seguida, teria acontecido o crime.

Fonte: NSC