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Ferry boat: travessia entre Itajaí e Navegantes debatida em audiência pública

audiência pública para debater supostas irregularidades do ferry boat que faz a trevessia entre Itajaí e Navegantes aconteceu na noite desta segunda-feira (28). O encontro ocorreu na Câmara Municipal de Navegantes, e foi coordenado pelo deputado estadual Napoleão Bernardes (PSD), que é vice-presidente da Comissão de Assuntos Municipais.

A iniciativa de realizar a audiência pública foi motivada pelos inúmeros relatos em relação a irregularidades cometidas pela empresa que opera a travessia, a NGI Sul. Entre as principais denúncias, estão a exigência de pagamento da tarifa em dinheiro e os reiterados descumprimentos às gratuidades asseguradas por lei.

Estiveram presentes no encontro representantes do governo do Estado, Ministério Público, o vice-prefeito de Navegantes Wancarlos Corsani, vereadores municipais de Itajaí e Navegantes, um representante de relações institucionais da NGI Sul, além de outras lideranças e autoridades de Santa Catarina.

Câmara de Vereadores de Navegantes lotada

Um dos assuntos levantados foi a dificuldade de moradores do Litoral Norte em terem acesso ao passe livre. Serviço que, atualmente, garante gratuidade apenas para cidadãos que trabalham/estudam em Itajaí e residam em Navegantes ou vice-versa. A queixa é em relação aos moradores de cidades próximas, como Balneário Camboriú e Penha, que trabalham/estudam em Itajaí e Navegantes e que não possuem autorização para retirar o passe.

Murilo José, representante de relações institucionais da NGI Sul, justificou o motivo de não aceitar cartão ou Pix dentro das embarcações. Segundo a empresa, o sinal de internet oscila quando a balsa está no meio do rio, o que pode ocasionar demora na travessia.

O TCE-SC (Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina) determinou à Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade que, no prazo de 60 dias, realize contrato emergencial para a prestação do serviço de transporte hidroviário intermunicipal na travessia entre Itajaí e Navegantes.

Deputado Napoleão, Vereadores e Representantes do Estado

O contrato emergencial seria válido enquanto são elaborados os procedimentos necessários para futura concessão, conforme plano de ação apresentado pelo TCE.

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FONTE: ND+