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Governo discute Minha Casa, Minha Vida para famílias com renda de até R$ 12 mil

O ministro das Cidades, Jader Filho, disse que o governo federal discute o lançamento de uma faixa do Minha Casa, Minha Vida para famílias que tenham renda mensal de até R$ 12 mil. A declaração foi dada nesta terça-feira (07), ao lado de Lula, durante participação no programa semanal Conversa com o Presidente.

Jader Filho foi questionado pelo presidente Lula sobre a possibilidade do programa habitacional atender à classe média brasileira. A faixa 3 do Minha Casa, Minha Vida é voltada para famílias que recebem até R$ 8 mil por mês na área urbana.

Lançado em julho de 2023, o novo Minha Casa, Minha Vida tem a meta de realizar a contratação de mais de 2 milhões de moradias pelo programa até 2026. O financiamento pelo MCMV permite aquisição de imóveis novos ou usados.

Segundo Jader Filho, até outubro deste ano foram feitos 388 mil financiamentos. “Nós vamos ultrapassar a meta de 2 milhões de unidades habitacionais nesses próximos quatro anos”, disse o ministro nesta terça-feira.

O programa é voltado para famílias que vivam em áreas urbanas com renda mensal de até R$ 8 mil e em zonas rurais com renda anual de até R$ 96 mil. As faixas de renda são:

Urbano

Faixa 1: renda bruta familiar mensal até R$ 2.640;

Faixa 2: renda bruta familiar mensal de R$ 2.640,01 a R$ 4.400;

Faixa 3: renda bruta familiar mensal de R$ 4.400,01 a R$ 8 mil.

Rural

Faixa 1: renda bruta familiar anual até R$ 31.680;

Faixa 2: renda bruta familiar anual de R$ 31.680,01 até R$ 52.800;

Faixa 3: renda bruta familiar anual de R$ 52.800,01 até R$ 96 mil.

O valor máximo das habitações para as faixas 1 e 2 fica entre R$ 190 mil e R$ 264 mil, dependendo da região. Para a última faixa, o valor aumentou para até R$ 350 mil em todo o Brasil. Têm prioridade para receber o financiamento:

– mulheres chefes de família;

– mulheres em situação de violência doméstica;

– famílias que tenham na composição pessoas com deficiência, idosos e crianças e adolescentes;

– famílias em situação de risco e vulnerabilidade;

– famílias em áreas em situação de emergência ou de calamidade;

– famílias em deslocamento involuntário em razão de obras públicas federais;

– famílias em situação de rua.

Fonte: SCC10 / Foto; SBT News/Reprodução